Por que contamos histórias? — uma conversa na Culturgest sobre a força da narrativa

Porque é que contamos histórias? O que nos leva, desde sempre, a transformar experiências, memórias e inquietações em narrativas partilhadas? Estas são algumas das questões que estarão no centro da conversa “Por que contamos histórias?”, marcada para o próximo dia 22 de janeiro, às 19h00, na Culturgest, em Lisboa.

O encontro reúne três vozes incontornáveis do pensamento e da escrita contemporânea: Susana Moreira Marques, Inês Brasão e Inês Lampreia. A partir de diferentes percursos e áreas de trabalho, as convidadas irão refletir sobre a necessidade humana de contar histórias — sejam elas ficcionais ou reais — e sobre o papel da narrativa enquanto forma de memória, transmissão de conhecimento e imaginação do mundo.

Num tempo marcado pela aceleração da informação e pela fragmentação dos discursos, esta conversa propõe uma pausa para pensar a importância do contar e do escutar. A narrativa surge aqui não apenas como expressão artística, mas como ferramenta fundamental para compreender a experiência humana, construir sentido coletivo e estabelecer pontes entre gerações, culturas e vivências.

A sessão decorre no Pequeno Auditório da Culturgest e integra um ciclo de conferências de acesso gratuito. A entrada é livre, mediante levantamento de bilhete 15 minutos antes do início da sessão, sujeito à lotação da sala, ou através de inscrição prévia online, disponível no link indicado pela organização.

Aberta a todos os interessados — leitores, estudantes, criadores ou simples curiosos —, “Por que contamos histórias?” afirma-se como um convite à reflexão partilhada sobre aquilo que nos une enquanto comunidade: a necessidade profunda de narrar, recordar e imaginar.

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culturgest_01_© Joana Linda

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